Entidades pedem reabertura da economia

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Marcelo Camargo/Agencia Brasil
As entidades argumentam que paralisar o comércio é interromper uma cadeia complexa de atividades essenciais para a manutenção dos empregos
As entidades argumentam que paralisar o comércio é interromper uma cadeia complexa de atividades essenciais para a manutenção dos empregos
Um conjunto com mais de 50 associações do comércio e de serviços, entre elas algumas do segmento do Turismo e de eventos, se reuniu para pedir publicamente a reabertura da economia, sobretudo nas grandes cidades do País.

As entidades argumentam que paralisar o comércio é interromper uma cadeia complexa de atividades essenciais para a manutenção dos empregos e que não há lógica na estratégia de fechamento. As ponderações e alguns números que mostram a situação setor constam num comunicado divulgado hoje (7) em jornais.

“Precisamos que os gestores públicos, em todas as instâncias, parem de fazer política às custas das empresas e dos empregos, sob a fumaça da pandemia, e deem atenção às milhões de pessoas em situação crítica”, diz o comunicado. Segundo as associações, 25% do comércio do Brasil quebrou e não volta mais e 15 milhões de empregos ainda dependem do comércio.

Algumas das entidades do Turismo e que fazem parte desse conjunto são: ABIH Nacional, Abav-RJ, FBHA, Fohb, Rio de Janeiro CVB, Hotéis Rio, FecomercioSP, CNTur, Adibra e Abrasel.

Hoje o Rio de Janeiro retirou algumas restrições de funcionamento de comércio e restaurantes, deixando apenas a limitação de capacidade, mas sem restrição de horário.
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