Malha aérea é principal obstáculo para CVC, diz Leonel Andrade

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PANROTAS / Emerson Souza
Leonel Andrade, presidente da CVC Corp
Leonel Andrade, presidente da CVC Corp
Durante live do Valor Econômico, o presidente da CVC Corp, Leonel Andrade, afirmou que a empresa "só não está vendendo mais por causa da malha aérea". O executivo explicou que a indústria da aviação ainda não conseguiu retomar a malha aérea completamente devido à pandemia e à falta de aviões. Um exemplo dado por Andrade foram os voos diretos diários do Brasil para Miami, nos Estados Unidos, que antes da pandemia eram dez e, hoje, temos algo em torno de cinco voos diários.

"A principal barreira hoje é a malha aérea. A logística para as companhias aéreas não é fácil, já que precisaram desmontar a malha e a operação durante a pandemia, e agora para remontar é preciso licenças, treinamento e uma série de coisas. Além disso, as aéreas sofrem com a falta de aviões, já que se tornou inviável utilizar aeronaves antigas devido ao consumo de querosene desses equipamentos, e o QAV subiu muito. As fabricantes de aeronaves estão com muitas entregas a serem feitas e a malha está aquém da oportunidade de vendas das viagens, mas está voltando", explicou Andrade.

Buscando valores melhores para os seus clientes, a CVC Corp está com 250 mil assentos, em voos exclusivos ou em bloqueios com aéreas. Alguns exemplos de destinos com assentos exclusivos da empresa são Bariloche, na Argentina, e Porto Seguro, na Bahia. "Estamos fazendo uma série de acordos buscando valores melhores. Estamos trabalhando muito para oferecer condições melhores aos nossos clientes", concluiu.
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