Veja como os 100+ Poderosos do Turismo veem o futuro próximo

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No Dia Mundial do Turismo, poucos termômetros são melhores para medir o setor aqui no Brasil do que ouvir grande parte de seus maiores líderes sobre o futuro de suas empresas e da indústria.

Perguntamos aos 100+ Poderosos do Turismo sobre como eles enxergam o horizonte em seus negócios nos próximos meses, e as respostas, entre otimismo e pessimismo, entre sensação de recuperação e estagnação, seguem abaixo.

JEROME CADIER (LATAM), JOHN RODGERSON (AZUL) E PAULO KAKINOFF (GOL)

Você confere a resposta dos três executivos que ranqueiam a lista deste ano tanto na reportagem completa que cada um ganhou na Revista PANROTAS 1.391 (clique aqui) e/ou assista ao vídeo.


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ADRIAN URSILLI (MSC CRUZEIROS)

"Vamos trabalhar para continuar alcançando nossa meta de 100% de ocupação nos navios no Brasil. A temporada 2019/20 na América do Sul está chegando e estamos oferecendo 117 mil cabines, um aumento de 15% em relação à temporada 2018/19. Traremos ao Brasil um navio a mais e começaremos a operar em um novo porto em Itajaí (SC). Ao todo serão quatro navios com embarques em portos brasileiros: MSC Seaview, MSC Fantasia, MSC Poesia e MSC Sinfonia. Também temos grandes destaques em destinos internacionais. Em novembro, inauguraremos o maior navio da nossa frota atual, o MSC Grandiosa, o primeiro navio Meraviglia-Plus que terá capacidade para 6,3 mil hóspedes. Também em novembro, a nossa ilha privativa nas Bahamas, a Ocean Cay MSC Marine Reserve, abrirá as suas portas e envolverá os hóspedes em uma verdadeira conexão com a natureza."

ALEJANDRO MORENO (WYNDHAM)

“Crescimento! Essa é a palavra-chave para a Wyndham nos próximos meses. Vamos continuar crescendo na América Latina e Caribe e devemos abrir até o fim do ano mais de 20 hotéis na região. O Brasil deve ser, para os próximos anos, o principal país em crescimento dentro da Wyndham na região da América Latina e Caribe. Ainda em 2019, estamos prevendo mais quatro novas aberturas no País em destinos inéditos e o plano de expansão continuará em desenvolvimento."

ALEXANDRE ARRUDA (ARGO SOLUTIONS)

“Terminar 2019 com 30% de crescimento e manter essa média para os próximos anos, trazendo mais tecnologia e inovação para simplificar a jornada do nosso cliente. O mercado de viagens corporativas está passando por muitas mudanças e essa transformação irá se intensificar no curto prazo. Prevemos que o crescimento do mercado será constante, mas ele ficará mais complexo, fragmentado e nosso papel é apoiar essa transformação.”

ALEXANDRE MOSHE (DECOLAR)

“Vamos seguir buscando novas oportunidades de negócios estreitando cada vez mais a nossa relação com os parceiros comerciais e os clientes. Somos inovadores e inquietos por natureza e sabemos que nossos clientes querem sempre mais. A Decolar tem em seu DNA querer sempre oferecer as melhores experiências e serviços de qualidade para os clientes, por isso acompanhamos toda a sua jornada. Nos próximos meses, vamos seguir fortalecendo nossos produtos, como, por exemplo, o Passaporte Decolar e os charters, além do investimento em novas funcionalidades para o aplicativo, bem como na excelência do televendas.”

ALEXANDRE SAMPAIO (CNC E FBHA)

“Se o governo enveredar por acabar com a unicidade sindical (constitucionalmente garantida até hoje), será um caos. A ameaça a cortes na arrecadação do sistema S é outro problema sério. Caso esse cenário seja mantido, não só o futuro do sindicalismo do patronato está correndo risco, mas também a formação de qualidade que o Senac propicia aos nossos colaboradores, que se faz ainda mais necessária diante de um futuro de emprego 4.0.

Por outro lado, as perspectivas para Turismo e hotelaria no Brasil são promissoras. Com as alterações na CLT e seus futuros aprimoramentos, a grande reforma tributária em curso, a redefinição do tamanho do Estado com as privatizações, a aprovação da Previdência e as concessões e alteração do Pacto Federativo - garantindo mais segurança jurídica para investimentos -, novos capitais internacionais devem vir para o Brasil. Nosso Turismo, portanto, deve melhorar, inclusive com as várias recentes alterações em leis específicas do segmento."

ANA MARIA BERTO (ORINTER TOUR & TRAVEL)

"Como todo profissional do Turismo que se mantém nesse mercado nos últimos anos, sou uma otimista. Pois se não for otimista já teria desistido.
As expectativas internas são muito positivas. As externas estão instáveis, mas acredito na recuperação da economia e do setor."

ANA PAULA OLIVEIRA (FLYTOUR BUSINESS TRAVEL)

"Apostamos no cenário previsto pelo Banco Mundial. Com a previsão de redução do PIB para 1,5% , de acordo com dados publicados em junho/2019 no Relatório de Perspectivas Econômicas Global do Banco Mundial, a retomada no crescimento deve chegar somente em 2020, e de forma tímida. Impulsionada predominantemente pelo consumo privado, acreditamos que a geração de novos negócios traga retomada de confiança apenas na transição entre os anos de 2020 e 2021.

ANA ROSA LUCK (LUCK RECEPTIVO)

“Esperamos que com a chegada da alta temporada, que em Noronha é de agosto a fevereiro, e a chegada de novas aeronaves, o mercado aqueça. Mesmo na baixa temporada, de março a julho, o destino tem se mostrado bem movimentado, e temos aproveitado este crescimento para fomentar o Turismo.”

ANA SANTANA (SCHULTZ)

“Vamos Crescer! Seguiremos investindo, promovendo, buscando novos produtos e novas tecnologias. No final de novembro mudaremos para nova sede, também própria, em Curitiba, e nesta mesma cidade realizaremos nosso Encontro Comercial, onde analisaremos o ano de 2019 e programaremos as estratégias e lançamentos para 2020. A Schultz Portugal, ainda este ano, também se mudará para nova sede própria."

ANDREA LEONE (AGAXTUR)

“Nos próximos meses, temos a perspectiva de crescer 25% em relação aos mesmos meses do ano passado. O setor deve crescer também, não sei se na mesma proporção, considerando que a economia vem aquecendo desde o início do ano.”

ANTONIO DIAS (GRUPO ROYAL PALM)

“Fechamos o primeiro semestre com um aumento de 30% em nosso faturamento. A conclusão do complexo Royal Palm Campinas foi fundamental para alcançarmos esse resultado positivo. Grandes empresas dos segmentos farmacêutico, financeiro, alimentício, entre outros, utilizaram todo o complexo nos primeiros meses de 2019, totalizando mais de 200 eventos no período. Seguimos otimistas para o restante do ano, uma vez que sentimos um leve aquecimento no mercado e crescente aumento da demanda.”

ANY BROCKER (BROCKER TURISMO)

“Perspectivas boas! Conseguindo sempre lançar novos e bons produtos turísticos, dar continuidade nas nossas ações de gestão a toda organização e foco no que vem dando certo e nos novos projetos da empresa. Precisamos inovar sempre. Nosso foco e trabalho no mercado Mice e Corporativo está muito importante e crescendo bem.

Nossa região, a Serra Gaúcha, principalmente Gramado e Canela, estão sempre se reinventando, com novos e melhores eventos o ano todo, novos hotéis, parques e atrativos e isso ajuda muito nosso trabalho e competitividade dentro dos destinos turísticos no Brasil.”

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BARBARA PICOLO (FLYTOUR VIAGENS)

“Embora o ano não tenha sido como esperávamos, com essa flutuação cambial desde maio que atrapalha todo o mercado, temos perspectivas de melhoria. Agora é o momento em que estamos criando novos produtos, buscando nichos novos. Vamos para os esportes, estamos trabalhando motorhome e buscando ser aliado do agente de viagens que queira trabalhar em áreas específicas.”

BOB ROSSATO (VIAJANET)

“O mercado está em transformações diária. Os clientes, cada vez mais conectados, e a indústria de viagens se adapta aos novos tempos. A ViajaNet é uma empresa de performance e resultados e acreditamos que estamos no caminho certo. Sabemos que não estamos aqui para uma corrida de 100 metros, mas sim para uma grande maratona. Somos otimistas por natureza, porém sempre olhando os próximos passos com muito cuidado.”

BRUNO LASANSKY (LOCALIZA)

"O mercado de viagens corporativas no Brasil é de R$ 70 bilhões e tem previsão de crescimento de 4,2% em 2019. Ano passado, o setor contribuiu positivamente para os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, passando de uma representação de 7,9% para 8,1%. Diante dessas perspectivas, acreditamos que temos muitas oportunidades para ocupar novos espaços nesse segmento, tendo em vista também nosso histórico de crescimento em um ambiente econômico desfavorável."

CARLOS PRADO (TOUR HOUSE E ABRACORP)

“Enfrentaremos meses desafiadores pela frente, com pressão interna e externa da economia, entretanto encaramos com um olhar otimista. O mercado está aberto e necessita de uma entrega diferente, portanto, temos muitas oportunidades. O Grupo THG está sempre em busca de novidades, analisando startups e participando de eventos com grandes líderes corporativos, focado em aprender de forma continua. Além disso, temos visto boas iniciativas dos governos federais e estaduais relacionadas ao Turismo, o que aquece o mercado e abre ainda mais possibilidades.”

CHIEKO AOKI (BLUE TREE E NOAH GASTRONOMIA)

“O primeiro semestre apresentou sinais de que o mercado está processo de recuperação, com empresas do setor se movimentando com cautela, mas com mais força do que no mesmo período do ano passado. Para o segundo semestre, seguiremos apreensivos e otimistas com as movimentações de assuntos de interesse coletivo que seguem em andamento, como a aprovação de reformas, além dos avanços em projetos de infraestrutura, privatizações, investimentos externos em startups. Questões que podem destravar ainda mais a economia e impulsionar os negócios no País. Por isso, estamos investindo em high tech/high touch com mais tecnologia e mais humanidade em nossas operações. Em breve, anunciaremos novidades em tecnologia e negócios. Confiamos em nosso mercado e continuaremos investindo em nosso negócio, sobretudo, na contribuição que podemos proporcionar à indústria do Turismo.”

CINTHIA DOUGLAS (DISNEY DESTINATIONS)

“O Walt Disney World tem crescido exponencialmente e com muitas novidades a caminho tanto para 2020 quanto para 2021, quando celebraremos 50 anos! Recentemente inauguramos a nova área de Star Wars: Galaxy’s Edge, no Disney’s Hollywood Studios, uma área de mais de 56 mil metros quadrados. E não paramos por aí. Ainda em vigor, estamos com a oferta de ingressos Mid Day Ticket, válida até 15 de dezembro. E, ainda esse ano, inauguramos um novo meio de transporte, o Disney Skyliner; o Disney’s Riviera Resort; e muito mais."

CLAUDIA MENEZES (GO PEGASUS)

“Com 25 anos de empresa, a própria mudança de branding mostra bem o direcionamento que estamos levando, quando abandonamos o Pegasus Transportation para transformá-lo em Go Pegasus. É exatamente a mensagem que adotamos e o respeito. Não somos somente provedores de serviço, somos o parceiro que está ali para assessorar o cliente, para ajudar os parceiros comerciais a crescerem e atender da melhor forma o consumidor final e agência de viagens. Nosso papel é ser a resposta, a solução.
Vamos continuar dando maior dedicação a produtos especiais e à área de esportes. são áreas que estão ganhando destaque, sempre com o sentido da nova missão, que chamamos de CC, comunicação e cooperação.”

CLOVIS RUIZ (DISCOVER THE WORLD)

“A perspectiva é de que a Discover The World termine 2019 com um crescimento de vendas de 43%. Seguimos investindo no desenvolvimento da empresa e no aumento da cobertura geográfica. Estamos contratando em Curitiba e Florianópolis e avaliando novas posições de gerente de Contas na região central e Nordeste. Acreditamos que o negócio de hospitalidade, especificamente a reserva de hotéis, siga crescendo dois dígitos. E que as companhias aéreas tenham um ano positivo e que recuperem os preços.”

DARIO RUSTICO (COSTA CRUZEIROS)

“A expectativa é continuar crescendo dois dígitos no mercado brasileiro, tanto na temporada 2019/20 na América do Sul, onde acrescentamos 22 dias em cruzeiros saindo de Santos (SP) e ampliamos nossa oferta de cabines para embarques a partir do Rio de Janeiro, quanto nos programas internacionais com grande foco no Mediterrâneo.”

DILSON VERÇOSA JR. (AMERICAN AIRLINES)

“Nossa perspectiva é a de continuar crescendo e aumentando nossa presença no mercado internacional, com novos voos e rotas. Para o setor aéreo, o Brasil se prepara para as companhias low-cost, que vão operar no trecho Brasil para América do Sul. Além disso, o setor enfrenta um problema que é o custo do dólar, que serve de referência para viagens internacionais, quando o dólar está valorizado faz com que o setor pise um pouco no freio ao pensar em investimentos maiores. Acredito que o ano de 2019 será melhor que 2018, mas não tão bom quando esperávamos, apesar disso, estamos confiantes para 2020, apesar da moeda americana.”

DIÓGENES TOLONI (AEROLÍNEAS ARGENTINAS)

“Onde existe crise existe sem dúvida alguma há muita oportunidade. Nossa empresa vai seguir crescendo no Brasil, analisando mercados para aumentar participação, buscando maior market share nos parceiros comerciais com os quais já trabalhamos e sempre prospectando novos players. Queremos consolidar ainda mais os destinos que operamos sejam em curta ou longa distância, destinos sazonais como a temporada de inverno. Pelos benefícios de taxa de câmbio, os destinos argentinos são hoje muito baratos para o brasileiro. O momento é único, e esperamos que nosso setor se solidifique mais depois de passar pelos ajustes e turbulências políticas e econômicas para poder crescer e posicionar nosso Brasil como merece no contexto turístico mundial, pela riqueza de recursos e potencial que temos.”

EDMAR BULL (COPASTUR)

"Acredito que o Turismo corporativo crescerá de acordo com o mercado de viagens de negócios."

EDUARDO GIESTAS (ATLANTICA HOTELS)

“A expectativa para este ano é chegarmos a R$ 1,142 bilhão em receita, o que significa crescimento acima de 24% frente a 2018. Além disso, fecharemos 2019 com aproximadamente 140 hotéis em operação no País, cuja oferta atingirá 23 mil quartos. Para o setor, acredito que será um ano importante de retomada do crescimento da diária média e do crescimento como um todo. O Turismo vem em recuperação desde o ano passado e deve continuar se reestabelecendo, mesmo em um cenário econômico ainda instável e de crescimento incerto que certamente enfrentaremos nos próximos meses.”

EDUARDO KINA (ALATUR JTB)

“Tivemos um primeiro semestre bom, crescendo ano contra ano e superando o orçamento. Para o segundo semestre, estamos com um otimismo moderado, já que acredito que uma retomada consistente no crescimento do País dependa de reformas profundas. A da previdência é apenas o primeiro passo. Acredito que o nosso futuro como país passe por uma reforma profunda na parte tributária e política. De forma mais específica com relação à nossa indústria, para 2020 temos um grande evento mundial, a Olimpíada de Tóquio, para o qual a Quickly, uma agência de nosso grupo, é revenda oficial de ingressos e pacotes. Fechamos também recentemente a representação no Brasil da marca Lufthansa City Center (LCC) e estamos trabalhando uma série de negócios em conjunto.”

EDUARDO VASCONCELLOS NETO (KONTIK)

“As perspectivas são de que os desafios continuarão até o final do ano, devido a uma economia fraca no País e ao aumento de oferta de aéreo doméstico, no último trimestre. Esperamos que em 2020 a economia comece a se recuperar e tenhamos um ano bem melhor.”

EDUARDO ZORZANELLO (ROSSI E ZORZANELLO)

"Estamos em um segundo semestre mais promissor. Com o mercado em processo de reaquecimento, automaticamente repercute de modo favorável em nosso trabalho principal que é a produção de eventos. A economia tende a melhorar, mesmo que timidamente. É isso que estamos vislumbrando no momento, o que deve favorecer os resultados dentro da nossa empresa. A expectativa é que o dólar baixe, havendo assim um maior equilíbrio do fluxo do turista, tanto doméstico quanto internacional. Se o dólar baixar, tudo em uma cadeia também tende a reduzir seus custos. Precisamos reequilibrar isso, aumentar a oferta, qualificar o Turismo e diversificar a nossa divulgação. Esperamos que ocorra um fortalecimento do Brasil na competitividade em relação ao mercado internacional. Temos que criar atrativos ou situações para atrair mais o turista estrangeiro, para que ele possa aumentar seu investimento em nosso mercado."

ELISA CARNEIRO (SABRE)

“As perspectivas são muito boas. Esperamos fechar nosso ano dentro do planejado, com nossas renovações e ganho de novos negócios, finalizar o projeto de migração de sistema de nossos parceiros e colocar no ar nosso conteúdo expandido de hotéis. Na indústria como um todo, esperamos que as medidas políticas e econômicas continuem surtindo efeitos positivos – preferencialmente mais rápido – para que possamos restabelecer a estabilidade e crescimento nas vendas.”

ESTELA FARINA (NORWEGIAN CRUISE HOLDING E CLIA)

“O aumento do dólar vem causando uma retração, mas estamos contando com uma melhora em função de promoções que estão sendo lançadas. E cruzeiros se mostram uma ótima opção, considerando-se o custo-benefício. Novos navios, novos roteiros e a consistência em nossas campanhas de marketing me fazem acreditar que teremos um bom resultado ainda nos próximos meses.”

FABIANA TOURINHO (KALUAH)

“Ainda estamos aguardando uma estabilização do dólar e todavia é difícil fazer previsões, mas estamos atentos aos novos modelos de operadores de Turismo e agentes de viagens e tenho certeza que vamos conseguir manter nosso crescimento.”

FABIO CAMARGO (DELTA AIR LINES)

“Vamos reforçar nossos investimentos em produtos, como o novo serviço da cabine econômica. Temos o A330 na rota Nova York a partir de outubro e o B764 em março de 2020 com o Delta Premium Select e a cabine executiva, além da nossa rota Rio-Nova York em operação entre janeiro e março.”

FERNANDO MICHELINI (CWT)

“O mundo vive uma incerteza muito forte e o Brasil vem demonstrando uma resiliência muito grande. Neste ano tivemos muitos desafios, estamos enfrentando problemas de Estados Unidos e China, e na Europa as coisas também não estão fáceis. Esse cenário de insegurança e incerteza para investidores afeta nosso negócio totalmente. A previsão para o futuro é continuar buscando trabalho duro para alcançar novas vendas e agregar valor aos nossos clientes. Estamos indo bem com essa transformação digital que a CWT está fazendo e isso vai fazer com que cheguemos aos objetivos. A previsão é de crescimento mínimo em um futuro próximo, com algumas diminuições de tíquete médio e venda de hotéis, pois é preciso muita força na economia para ver um cenário um pouco mais motivador. Não que não estejamos otimistas. Até estamos começando a ver resultados de algumas ações que o próprio governo está fazendo. Mas não depende só de nós, as crises internacionais interferem no País.”

FERNANDO SLOMP (AVIPAM)

“O avanço das reformas e a confiança na qualidade técnica da equipe econômica são fatores determinantes para esperarmos ter um cenário mais positivo para 2020. Assim teremos com certeza para Avipam Travel Leaders, nos próximos meses, um crescimento de mais 20%, com foco nos setores de Viagens Corporativas, Eventos, Lazer e Corretora de Câmbio, nossas áreas de atuação. O Brasil vai melhorar, pois inflação, juros, energia e preços relativos da economia estão no melhor patamar dos últimos 20 anos.”

FLAVIA PIROLA (TYLLER)

“Nossa perspectiva é de crescimento contínuo. Um ou outro mês de venda mais baixa, como ocorre todos os anos, mas não vamos perder o foco nas estratégias de vendas de todos os produtos, do aéreo ao terrestre. Mesmo com o dólar instável acredito também em ascensão do setor.”

FRANCISCO NETO (AVIVA)

“Nosso setor tem uma correlação com o PIB muito forte. Na hospitalidade chega a 77%, portanto a economia precisa de crescer pós-reformas.”

GABRIELLA CAVALHEIRO (UNIVERSAL ORLANDO RESORTS)

“Temos perspectivas muito positivas. Estamos iniciando a temporada de Halloween, evento super premiado, com dez casas aterrorizantes, entre elas Halloween Marathon of Mayhem, Stranger Things, Ghostbusters, Universal Monsters, House of 1000 Corpses e outras. Logo depois já começamos a celebrações de final de ano, e no início do ano retomamos a agenda com nossos eventos oficiais U&U de treinamento. Entretanto, a grande novidade para os nossos parceiros do trade este ano foi o lançamento da plataforma on-line UPC – Universal Partner Community. Lá os agentes podem se inscrever para saber em primeira mão todas as novidades, fazer download de todos os materiais e fazer os treinamentos online que estão divididos em módulos, podendo se tornar um “Especialista Universal Orlando Resort”. Além, claro, de acessar os benefícios de ingresso quando forem visitar nossos três parques.”

GONZALO ROMERO (AIR EUROPA)

“Considero estável a economia do Brasil e entendemos que continuará melhorando, de acordo com as perspectivas para o Turismo. Neste cenário, nossa principal meta é segurar a excelente ocupação que temos em nossos voos e esperamos que aconteça o mesmo com a nova rota de Fortaleza a Madri, com a qual estamos ansiosos para o início das operações. Tudo dependerá da economia, mas a expectativa é iniciar com muita força nesta nossa nova rota. O Brasil nos dá novas oportunidades e os próximos meses deverão ser muito bons em relação às vendas.”

JEAN-MARC POUCHOL (AIR FRANCE-KLM)

“O Grupo Air France-KLM chega na temporada de inverno europeu deste ano com a operação mais expressiva da história no Brasil: 45 voos semanais. Temos muita satisfação de ter aumentado constantemente a nossa presença por aqui, e colhemos frutos com essa oferta. Estamos estabelecidos no País, com o que há de melhor em produtos e serviços das companhias. Os próximos meses mostram uma recuperação gradual da indústria, o que é positivo, mas ainda modesta. Ao final, quem sai ganhando desse momento é o cliente, que sempre foi e será a nossa prioridade.”

JUAREZ CINTRA NETO (ANCORADOURO)

“O câmbio obviamente é impactante. Quando o câmbio sobe, o Turismo a lazer é impactado, há um freio nas vendas. Na consolidação, em que o volume é maior pelo corporativo, sente-se menos, mas acredito que o crescimento do PIB no útlimo trimestre é interessante e isso faz nos acreditar que vamos caminhar bem. O final de 2019 vem sendo bom e acreditamos em uma retomada ainda maior no ano que vem. A Ancoradouro é otimista por natureza. Em 2019 tomamos decisão de dar um grande foco a nichos até 2020. Temos a aliança estratégica com a PVT em outros mercados, como Minas Gerais, que vai nos trazer capilaridade e crescer aproveitando o novo território.”

LEANDRO CARVALHO (TUI BRASIL)

“Perspectivas ótimas! Pretendemos triplicar de tamanho em comparação ao ano anterior.”

LEONOR BERNHOEFT (LTN BRASIL)

“Expectativa positiva, sem nunca deixar de olhar para as oportunidades. A situação do governo ainda é delicada e causa impactos muitas vezes desastrosos, mas temos uma responsabilidade ímpar de mudar o jogo e realizar mudanças também. Fazemos parte deste jogo e temos que buscar a vitória.”

LUIS CARLOS VARGAS (TRAVELPORT)

“No momento as perspectivas são boas. Ainda que o setor tenha sofrido com a perda de grandes players como no caso a Avianca Brasil, novas oportunidades estão surgindo com a entrada de novas empresas aéreas em nosso mercado, o que trará competitividade de produtos, preços, horários, serviços, entre outros. Em função disso, como provedores de tecnologia, estamos observando a movimentação e atuando de forma a apoiar na expansão de novas empresas aéreas dentro dos mercados latino-americanos, bem como na expansões das rotas internas na região. Outro fator de relevância para nossa indústria é a implementação de novas rotas sobretudo a partir do Norte e Nordeste do País para destinos na América Latina e Estados Unidos. Todas estas movimentações indicam que o Brasil oferece muita oportunidade de crescimento o que é muito salutar para toda a indústria e, portanto, justifica a relevância do setor na economia, gerando novos empregos para toda a cadeia produtiva.”

LUIZ FERNANDO FOGAÇA (CVC CORP)

“Historicamente, o segmento de viagens costuma ser mais forte nesse segundo semestre e, para contribuir, vemos que a oferta aérea já começa a ser incrementada no Brasil, o que é bastante positivo para todo o setor, principalmente para o consumidor. A liberação do FGTS e a possível aprovação das reformas deve também favorecer a economia e o setor no quarto trimestre.”

MAGDA NASSAR (TRADE TOURS E ABAV NACIONAL)

“Para a Trade Tours, as perspectivas são as melhores possíveis. Encontramos um caminho no qual estamos crescendo muito em vendas, parcerias, clientes... Acabamos de lançar nossa última plataforma Horas Mágicas da Disney, única no mercado, com todos produtos Disney Em um só ambiente, no qual o agente compra on-line. Sempre fomos uma empresa com olhar para tecnologia, desde que Nicanor a fundou. Temos, eu e ele, amizade de longa data e a parceria é muito sólida e estamos partindo para a quarta plataforma.

Em relação à Abav Nacional, eu assumi a associação inesperadamente, mas tem sido uma delícia. Fui muito bem acolhida pelos presidentes, que se uniram em torno de mim. Estou protegida, a equipe me acolheu. Temos uma relação incrível de troca, de trabalho. O maior legado será mudar a visão que as pessoas têm de uma Abav Nacional, essas imagens rotuladas, o que não é algo fácil. Descobrimos que mudamos uma curva muito importante na Abav, a de crescimento de associados, que vem sendo exponencial.”

MARCELO ÁLVARO ANTONIO (MINISTÉRIO DO TURISMO)

“As perspectivas são as melhores possíveis. Temos trabalhado muito e já começamos a colher os primeiros frutos. Só em junho, mês em que a isenção de vistos passou a valer, de acordo com os dados da própria Polícia Federal, houve um incremento de 43,4% no número de entradas de visitantes estrangeiros no Brasil. De acordo com os dados do IBGE, as atividades turísticas no País cresceram 3,1% no primeiro semestre de 2019 na comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo dados da Abracorp, o Turismo de negócio cresceu 14,7% no primeiro semestre. Os cruzeiros marítimos também terão crescimento na oferta de leitos na temporada 2019/2020. São números que nos motivam e mostram que estamos no caminho certo.

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MARCELO BENTO (AZUL E AZUL VIAGENS)

“Estamos apreensivos com o dólar, mas confiantes de que a economia vai começar a acelerar. Também temos visto muitos destinos se organizando melhor para diversificar produtos e se promover, ampliando as escolhas para o consumidor e permitindo ofertas especiais para diferentes públicos. Há uma tendência em buscar não apenas destinos de praia, mas novas experiências culturais e gastronômicas em ambientes urbanos e rurais ou de ecoturismo. Especialmente São Paulo iniciará uma grande campanha para atração de turistas, mostrando sua enorme diversidade de atrativos urbanos, culturais e gastronômicos.“

MARCELO COHEN (BELVITUR)

“Nossas perspectivas para 2019 são as melhores possíveis, com crescimento acima de 20%, abertura de novas lojas e mais operações B2C on-line. No segmento de Turismo, estamos muito otimistas com o ano de 2020.”

MARCIO NOGUEIRA (HOTELDO)

“O Turismo é o segundo setor que mais cresce no mundo. Trata-se de um segmento gerador de empregos e, mais do que isso, sonhos. As pessoas querem viajar, principalmente em momentos como este onde a necessidade de mudança de ares se faz necessária. Tendo em vista este cenário, estamos otimistas em relação ao futuro do setor, principalmente para os próximos meses já que o segundo semestre, historicamente, tende a ser melhor do que o primeiro semestre.”

MARCO AURÉLIO DI RUZZE (GRUPO BRT)

“Os agentes de viagens sempre existirão. As pessoas viajarão cada vez mais, a BRT continua na constante busca para se manter relevante para este público. Nossa recente expansão e a diversificação da nossa gôndola é prova dessa crença. E por falar em comunicação, logo logo vem novidade por aí na forma de atendimento da BRT...”

MARCO FERRAZ (CLIA BRASIL)

“Superar as dificuldades nos trará importantes avanços. Por mais que as evoluções sejam menores e mais demoradas do que gostaríamos, todas elas impactam positivamente o Turismo e trazem benefícios para os nossos associados, para o trade, para o consumidor e principalmente para o Brasil, que recebe divisas e mais postos de trabalho.”

MARCOS ARBAITMAN (MARINGÁ)

“Até agosto o crescimento da empresa está em 14,7% em vendas e número de transações. Neste ano vamos superar o ano anterior e continuar crescendo, com nossos clientes viajando mais e melhor. O setor de viagens é um pouco complicado, pois muita gente acha que vai encontrar tarifas melhores na interne procurando à noite. Mas, se você compra pela agência, ela cuidará de tudo. Caso um voo seja cancelado, ela dá uma nova passagem. Por isso, prestigie o seu agente de viagens.”

ROGÉRIO SIQUEIRA (BETO CARRERO WORLD)

“Eu acredito que a profissionalização do setor de parques temáticos nos levará a um crescimento muito relevante. Os trabalhos iniciados em 2019, e que seguirão no ano que vem, nos trará resultados muitos importantes. O trade está cada vez mais unido em prol do Turismo. Em relação ao Beto Carrero World a expectativa é que 2020 seja ainda melhor do que 2019. Estamos caminhando para os 30 anos de operações do parque, comemorados em 2021, e posso adiantar que traremos novas atrações e novos serviços para o nosso público, que foi fundamental na construção desta história.”

MARIA HULSEWE (NORTH AMERICA DESTINATIONS)

“Nossas perspectivas estão ligadas a nossas metas, que muitas vezes temos que rever diante dos movimentos do mercado. Hoje desejamos um cenário mais estável e acreditamos que assim que a política baixar as tensões, o dólar vai estabilizar e o brasileiro voltará a comprar com mais tranquilidade. Acreditamos que isso irá acontecer nos próximos meses e a North America irá fechar o ano de 2019 com números favoráveis.”

MARINA GOUVÊA (PRIMETOUR)

“Para nossa empresa vamos continuar investindo muito na jornada do cliente, além de investir no desenvolvimento de nossa equipe. Para o mercado, esperamos muitas oportunidades com a retomada de crescimento no Brasil.”

MARTIN JENSEN (QUEENSBERRY)

“As perspectivas da nossa empresa para os próximos meses são positivas. As vendas já concretizadas para embarque em setembro e outubro já passaram os respectivos totais para o ano passado as vendas para o restante do ano. Para 2020, as vendas estão acima dos totais registrados no mesmo momento de 2019.”

MATT TEIXEIRA (BEST WESTERN)

"Estamos muito animados com o futuro e a indústria! Por mais de 70 anos, a Best Western Hotels & Resorts está comprometida em oferecer o melhor em hospitalidade. Lançamos uma atualização transformadora em toda a empresa que, desde então, realizou US$ 2 bilhões em reformas estratégicas para hotéis em todo o mundo, incorporamos tecnologia de ponta para ganhar reconhecimento como uma das empresas mais inovadoras da Fast Company e aprimoramos nossas ofertas para incluir um programa de recompensas líder do setor, um dos melhores serviços de café da manhã quente de qualquer grupo de hotéis e luxuosas novas amenidades de banho. No início deste ano, anunciamos a aquisição de uma renomada marca global de hotelaria WorldHotels, representando uma coleção de aproximadamente 300 hotéis e resorts únicos e exclusivos nos principais destinos do mundo. Recentemente, comemoramos nossa dedicação contínua à satisfação dos hóspedes, anunciando que o Best Western Premier foi nomeado o número 1 no segmento de luxo no Estudo de Satisfação de Clientes da J.D. Power 2019 North America Hotel. Além disso, nosso programa de fidelidade líder do setor, Best Western Rewards (BWR), conquistou o ranking dos cinco primeiros na lista dos Melhores Programas de Recompensas de Hotéis do News & World Report dos EUA."

MELANIE TEIXEIRA (OMNIBEES)

“Esperamos números de crescimento e lançamento de produtos. Entendemos que a hotelaria está se transformando sob o ponto de vista de adoção de tecnologia como um apoiador para otimização de resultados, sejam eles voltados à vendas, gestão e tomadas de decisão. À medida em que nossos clientes e parceiros compreendem o real potencial da tecnologia, somada à uma gestão estratégica orientada à resultados, notamos uma evolução das discussões e impactos extremamente positivos à toda a cadeia.”

MENA MOTA (GROU)

“O início do ano foi tumultuado e de queda no nacional, mas crescimento no internacional; o segundo semestre já apontou crescimento também no nacional; o internacional ainda sofre com a oscilação do câmbio, mas há uma tendência de viagem em grupos para redução de preços e isto tem sido ótimo. O futuro será de ascensão para quem conseguir se adaptar ao novo cenário. O consumidor está com apetite por novas experiências com bom atendimento. Uma empresa que possa chamar de sua para qualquer viagem e os receptivos é quem tornam isto possível em cada destino, independente do canal de venda escolhido pelo consumidor.”

MONICA SAMIA (BRAZTOA)

“Somos nós que construímos o futuro, dia após dia. Os eventos Experiência Braztoa, Braztoa Desvenda e o Prêmio de Sustentabilidade deste ano já chegaram com inovações. Lançamos a versão beta do nosso aplicativo e teremos novidades, em breve, para a Convenção e para o próximo Anuário. Continuaremos atentos às mudanças, lidando com os desafios, questionando o status quo, experimentando novos caminhos, investindo na inteligência, nas parcerias e no poder do coletivo. Nosso setor tem um potencial imenso e ainda ocupa um espaço pequeno no País. Temos muito para crescer e a Braztoa vai continuar fazendo seu papel para que possamos nos desenvolver de forma sustentável.”

OSKAR KEDOR (MOBILITY)

“O primeiro semestre nos surpreendeu positivamente. Ganhamos market share, abrimos novas frentes compartilhando nosso conteúdo para parceiros estratégicos, como as principais consolidadoras. Apesar da oscilação do câmbio em virtude da instabilidade entre China e Estados Unidos, a situação tende a ser neutralizada com a aprovação das reformas. Estamos otimistas e investindo para que nossas metas sejam cumpridas!”

OTÁVIO LEITE (SETUR-RJ)

“Considerando que o Rio de Janeiro recebe um número de turistas, nacionais e internacionais, muito aquém do potencial, eu diria que a nossa perspectiva é de ampliação do Turismo receptivo. Estamos desenvolvendo na Setur-RJ uma reestruturação institucional, apoiando os municípios com iniciativas de promoção dos nossos múltiplos destinos turísticos, dando visibilidade a novas experiências e a tudo o que o Rio já tem como consagrado de atrativos para os visitantes. O grande fator que nos inspira é que o Rio de Janeiro é uma espécie de ‘objeto de desejo de consumo das pessoas’. Trata-se de um patrimônio imaterial que sempre fará do Rio de Janeiro um destino a ser consumido. Além de podermos, mesmo antes de um ano de Governo, comemorar uma série de vitórias em relação aos índices de segurança pública.”

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PATRICK MENDES (ACCOR)

“O objetivo da empresa globalmente é chegar a cinco mil hotéis até o final de 2019. A meta da Accor era chegar a 2020 com 500 hotéis na América do Sul, porém a empresa já alcançou esse número, considerando também aqueles que estão em construção. Agora, almejamos ter 500 hotéis em operação e 150 em construção na região até 2022. Desses 75% estarão no Brasil. No País, a empresa tem 316 hotéis em operação e mais 71 em construção. Além disso, a Accor não se posiciona mais como grupo hoteleiro, mas como um Travel Player, focado em proporcionar experiências em viagens e este movimento acompanha o cenário global do Turismo, em que as viagens já não são mais tradicionais, como antigamente.”


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