Londres cai para último lugar em ranking de novas reservas

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A queda se deve, principalmente, às restrições de viagens impostas pelo Reino Unido
A queda se deve, principalmente, às restrições de viagens impostas pelo Reino Unido
Uma pesquisa realizada pelo WTTC e pela ForwardKeys revelou que a recuperação de reservas de voos para Londres está atrasada em relação a outras cidades europeias devido, principalmente, às restrições nas fronteiras e aos regulamentos de quarentena do Reino Unido. De acordo com o levantamento, os novos bilhetes emitidos para futuras viagens internacionais à União Europeia caíram -84,4% na primeira quinzena de junho (em comparação com o mesmo período de 2019), recuperando-se de uma queda de -94,5% registrada em maio. Para o Reino Unido, as reservas caíram -96,7%, praticamente inalteradas em relação ao mês de maio (-97,2%).

Na primeira quinzena de junho de 2019, Londres era a cidade com mais reservas da Europa para qualquer data de chegada, seguida por Paris e Roma. Em 2020, a capital do Reino Unido caiu para o último lugar no ranking das dez principais cidades com mais reservas da Europa. Já Lisboa subiu para a primeira posição durante a primeira quinzena de junho após ocupar o nono lugar em 2019, uma vez que Portugal foi um dos primeiros países a estabelecer protocolos aprimorados de higiene e segurança para receber turistas.

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Ranking das dez cidades com mais reservas futuras da Europa
Ranking das dez cidades com mais reservas futuras da Europa
"As medidas de quarentena continuaram anulando as viagens aéreas e reduzindo a demanda por viagens de e para Londres, fazendo com que ela caísse do primeiro ao décimo lugar no ranking das cidades europeias com mais reservas. No entanto, a pesquisa mostra claramente que a demanda por voos de e para a Europa começou a se recuperar, em grande parte graças ao relaxamento das restrições de viagens. Aguardamos ansiosamente o anúncio do governo do Reino Unido com o fim das restrições de viagens para que o Turismo inicie sua recuperação tão necessária", afirmou a presidente e CEO do WTTC, Gloria Guevara.

Em 2019, o Reino Unido atraiu mais de 40 milhões de visitantes estrangeiros. O WTTC e a ForwardKeys alertaram para um "efeito devastador no setor de viagens e Turismo" se o governo do Reino Unido não remover as barreiras e estabelecer rotas aéreas com outros países.
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