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CONSOLIDADORAS

Sakura lidera ranking de consolidadoras em SP


Emerson Souza
Wagner Chaves, diretor da Sakuratur
Wagner Chaves, diretor da Sakuratur
Surpresa no relatório Boss/Smash de venda de bilhetes aéreos de empresas internacionais que operam no Brasil: a liderança em São Paulo, entre as consolidadoras, ficou com a Sakuratur, que obteve US$ 28,2 milhões em produção aérea, contra US$ 11 milhões em dezembro de 2016. A cifra deixa a Sakura bem à frente da Rextur Advance, com US$ 20,9 milhões na mesma praça (contra US$ 14 milhões em dezembro do ano anterior). Algo que ninguém arriscaria prever um ano atrás.

No acumulado do ano, também em São Paulo, a Rextur Advance lidera com US$ 283 milhões e a Sakura vem logo atrás, com US$ 228 milhões, seguida de Esferatur, em terceiro lugar (US$ 168 milhões), Flytour Gapnet, em quarto (US$ 142 milhões) e Ancoradouro em quinto, com US$ 95,4 milhões.

A explicação para esse crescimento da Sakura seriam novas contas conquistadas e a expansão territorial de bases promovida pelo diretor Wagner Chaves,

GERAL
No acumulado nacional, a liderança da Rextur Advance é incontestável, com US$ 450 milhões de vendas de aéreas internacionais contabilizadas no Smash/Boss (que não inclui parte da Latam, nenhuma aérea nacional, nem Iberia e British). A Esferatur vem em segundo lugar, com US$ 383 milhões, e a Flytour Gapnet em terceiro, com US$ 258 milhões. A Sakura aparece apenas na quarta posição, com US$ 229 milhões, o que mostra concentração de emissão no Iata de São Paulo.

Completam o Top 15 nacional no Smash a Ancoradouro (US$ 111 milhões), Skyteam (US$ 110 milhões), High Light (US$ 84 milhões), PVT (US$ 78 milhões), Confiança (US$ 77 milhões), BRT (US$ 49 milhões), CNT (US$ 45 milhões), LTS (US$ 31 milhões), Princess Travel (US$ 29,5 milhões), Intercontinental (US$ 26 milhões) e Tyller (US$ 22 milhões).

Nas vendas totais, incluindo o nacional, Rextur Advance, com R$ 3,2 bilhões, e Esferatur e Flytour Gapnet, cada uma com R$ 2 bilhões, são as maiores vendedoras, e as únicas a passarem dos R$ 2 bi em vendas de aéreo na consolidação.
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