Fórmula CVC: aquisições e fortalecimento de marcas

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Emerson Souza
Luiz Eduardo Falco, da CVC
Luiz Eduardo Falco, da CVC
Na última semana, a notícia mais bombástica do ano no Turismo (até agora) causou espanto em todos o segmentos da indústria. A compra do Grupo Trend pela CVC marca a entrada da gigante no icônico número de R$ 10 bilhões em receitas por ano (se somados o faturamento de CVC, Grupo Trend e Experimento em 2016).

Para o editor-chefe e CCO da PANROTAS, Artur Luiz Andrade, uma possível "internacionalização e a aquisição de mais empresas, além do crescimento orgânico, levarão o grupo [CVC] a um novo patamar".

Em post no blog Sem Reserva, na blogosfera do Portal PANROTAS, Andrade ressalta uma tendência importante existente no conglomerado: o fortalecimento das marcas que adquire, medida que faz mais sentido que "transformar tudo em CVC".

Para o blogueiro, essa ação mantém o grupo forte tanto nas vendas diretas ao consumidor quanto no canal agentes de viagens. "Hoje, 50% do Grupo CVC tem suas vendas B2C e 50% nas vendas B2B para agências de viagens", explicou, destacando importância da manutenção de empresas como Trend e Rextur Advance para o resultado.

Jhonatan Soares
Luis Paulo Luppa, do Grupo Trend
Luis Paulo Luppa, do Grupo Trend
"O sucesso de um grupo como esse parece ser o de manter a identidade de cada player. Sua atuação. Seu atendimento. As melhorias devem se dar em processos e na escala, nas negociações, no poder de compra", resumiu Andrade.

Confira o post completo neste link.

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