Chile quer chegar a 3,7 milhões de turistas internacionais em 2023

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O país quer chegar próximo dos valores de 2014, ano em que registrou 3,7 milhões de turistas estrangeiros
O país quer chegar próximo dos valores de 2014, ano em que registrou 3,7 milhões de turistas estrangeiros
O ano de 2021 marcou o início da recuperação para o Turismo no Chile que, para além de monitorar a situação sanitária dentro de suas fronteiras e implementar protocolos e plataformas online para estabelecer uma comunicação transparente com seus visitantes, adotou medidas como o Certificado de Compromisso “Confiança Turística”, que identifica empresas comprometidas com a implementação de rígidos critérios e protocolos de prevenção para reduzir o risco de contágio: hoje, elas somam 6.521.

Como resultado, o país vê o crescimento pela demanda de visitação de seus destinos – o que também se explica pelo avanço da vacinação que já garantiu a cobertura de 90% da população com duas doses (mais de 15,8 milhões de pessoas) e mais e 10 milhões de pessoas com a dose de reforço (a terceira).

“Todas essas ações nos fazem projetar uma reativação de forma positiva, ainda que moderada na atualidade. O fato é que esperamos que em 2023 possamos retornar à tendência observada antes da pandemia”, diz a diretora nacional do Serviço Nacional de Turismo do Chile (Sernatur), Andrea Wolleter, explicando que esta curva ficará próxima dos valores registrados ao longo de 2014, ano em que o Chile registrou 3,7 milhões de chegadas de turistas estrangeiros.

Nas últimas semanas, a abertura do Turismo internacional já mostra resultados na visitação de estrangeiros, de modo geral, e de brasileiros, em particular. “Podemos constatar, com números reais de novembro de 2021, a chegada de um total de 117.908 turistas estrangeiros em nosso país, dos quais, 7.217 correspondem a brasileiros”, diz, complementando que, “pelas projeções, fecharemos 2021 com cerca de 160 mil desembarques, dos quais 6% corresponderão a desembarques de turistas brasileiros”.

É do Brasil, também, que vem o segundo maior GPDI (gasto médio diário individual) do Chile: US$ 95,30, perdendo apenas para o turista chinês que tem um GPDI de US$ 107.

Para marcar esse momento de retomada, recentemente, o Chile lançou um desafio internacional nas redes sociais. Trata-se da #ChileIsBack Challenge, que se baseia em dois pilares fundamentais: inspirar as pessoas para suas próximas viagens e ressaltar os destinos de aventura do país.


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