Programas de fidelidade de aéreas dos EUA devem mudar em 2017

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John Fowler/Flickr

As novidades dos programas de fidelidade das grandes linhas aéreas dos Estados Unidos ao longo de 2015 e 2016 mudaram a forma de se obter milhagem e status elite. Para 2017, especialistas esperam, como consequência, que o reflexo seja uma maior dificuldade nos degraus aos níveis mais altos dos programas.

Neste ano, a American Airlines, por exemplo, coloca em prática as mudanças iniciadas em agosto de 2016. Agora seu programa Aadvantage segue um modelo de recompensa de milhas com base no custo de cada tíquete. Como parte das mudanças, a linha aérea incluiu um componente da receita na qualificação do status, fazendo com que a qualificação mais alto seja alcançado pelo viajante quando ele voa, pede os dados para conversão em milhagem e gasta uma quantidade proporcional em dinheiro.

Além da AA, a Delta também incluiu investimento em dinheiro por parte do viajante para incremento do programa. Contudo, as linhas aéreas parceiras ainda não entraram na nova dinâmica de qualificação da Delta, e por isso o desembolso de dólares na escalada da fidelidade foi removida para viajantes de fora dos Estados Unidos.

Ao que parece, os programas de fidelidade norte-americanos não estão em conformidade no mercado, e por isso a alternativa da Delta para o plano é um exemplo, já que linhas como a Alaska Airlines não apresentaram até o momento um programa em uníssono com as grandes aéreas locais. A Alaska Airlines é a última empresa do setor nos Estados Unidos que concede o status mais elevado a partir da distância.

Ainda sem uma direção clara, os programas de fidelidade das aéreas norte-americanas devem mudar ao longo de 2017. No momento, o sinal é de que para parte das aéreas o investimento em dinheiro por parte do viajante para se alcançar o status mais elevado "já é demais".

Para 2018, portanto, a única previsão possível por enquanto é de que os viajantes com carteira mais cheia viajarão mais isolados na primeira classe e executiva.
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