Como equilibrar os gastos em viagens de bleisure?

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Larissa Faria
“É preciso pesquisar o melhor preço, não o menor
“É preciso pesquisar o melhor preço, não o menor", considera a diretora da Academia de Viagens Corporativas, Viviânne Martins


O segundo dia de Workshop Oneworld em São Paulo, promovido pela Academia de Viagens Corporativas, trouxe alguns debates ao setor. Um deles foi sobre como equilibrar os gastos de uma viagem corporativa com experiências para o viajante.


A distinção entre trabalho e lazer não existe mais, segundo a diretora da Academia de Viagens Corporativas, Viviânne Martins. A tendência de unir os compromissos profissionais a diversão, cada vez mais comum, é chamada de bleisure. Apesar de parecer uma “regalia” ao olhar das empresas, a modalidade é muito importante, afinal, o índice de estresse é alto em viagens com mais de 14 dias de duração.


Levar essa discussão para o cliente é um dos desafios, pois é preciso fazer com que ele pense no perfil e necessidades de seus funcionários. Viviânne considera que não se deve contratar produtos ou serviços conforme a faixa etária das pessoas, mas sim suas preferências, pois a personalização é o que destaca uma TMC e chama a atenção do viajante.


É papel das TMCs, por exemplo, alertar empresas que traçam uma política de viagem sem antes conhecer o perfil das pessoas, pois somente com esses dados a precificação será mais clara e, consequentemente, econômica. O perfil dita o tipo de viagem e gastos, não a política, que tem a função de definir regras.


“É preciso pesquisar o melhor preço, não o menor. Há diversos fatores que, apesar de parecerem econômicos, podem tornar a viagem mais cara”, pontuou Viviânne. Ela indica que as alianças aéreas podem oferecer benefícios que, comprados separadamente, seriam mais caros.

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