Atendimento rápido e boa localização: o que agrada viajantes da indústria farmacêutica na hotelaria

|

Emerson Souza
Pietra Silva, Isabela Fagundes, Juliana Patti, Carlos Danziato e Claudia Navaro (todos da Bayer)
Pietra Silva, Isabela Fagundes, Juliana Patti, Carlos Danziato e Claudia Navaro (todos da Bayer)

Uma das indústrias mais representativas em termos de viagens corporativas no Brasil, o ramo farmacêutico está satisfeito com a oferta hoteleira oferecida domesticamente. É o que mostra uma pesquisa da PANROTAS realizada no último Bayer Travel Trends, que reuniu profissionais do ramo em São Paulo.

Dos entrevistados, 48% afirmaram considerar "boa" a oferta hoteleira a nível doméstico, 12% consideram "Muito boa" e 4% "ótima. Outros 28% consideram apenas "adequada" e 8% "muito ruim".

Entre os atributos mais valorizados em hotéis, a rapidez no atendimento foi o mais citado, com 25%, seguido pela localização próxima a restaurantes e lojas, com 24%. Tranquilidade e silêncio e café da manhã incluso na diária (ambos com 21%) também foram bem cotados. Nessa questão, os entrevistados puderam apontar até três opções.

Já entre os problemas que mais incomodam, atrasos de voos lideram a lista, com 32% de citações. Em seguida vêm a internet lenta, com 22%, demora para check-in e check-out. Falta de sinalização nas cidades, aluguel de carros e serviço dos aeroportos nacionais foi outro ponto negativo citado.

HÁBITOS DE VIAGEM
Os participantes da indústria farmacêutica mostraram-se divididos a respeito de hospedagens no Airbnb. Enquanto 40% dizem que usam o serviço compartilhado em viagens a trabalho, 44% responderam negativamente. Já 16% se abstiveram.

Do total, 52% dos respondentes fazem até cinco viagens nacionais por ano. Oito porcento fazem de 6 a 11 e de 11 a 19, enquanto 32% fazem 20 ou mais viagens nacionais anuais. Já internacionalmente, 68% realizam até três viagens, e 12% não viajam para fora do País durante o ano.
 AVALIE A IMPORTÂNCIA DESTA NOTÍCIA