HOTELARIA

O que o viajante corporativo de hoje espera da hotelaria

Sabemos que custo, categoria e proximidade já não são mais critérios exclusivos para a escolha de um hotel. Os viajantes corporativos modernos têm outras expectativas, como coworking, espaços para exercícios físicos, alimentação mais saudável e quartos inteligentes.

Marluce Balbino
“Antigamente, a expectativa do hóspede era uma boa cama e um bom chuveiro, mas hoje vemos um movimento que precisamos escutar o cliente. Precisamos entender exatamente quais são suas expectativas e passar a ofertar outras coisas, já que várias passaram a ser commodities, como internet e uma boa academia, por exemplo”, explica o gerente de Operações da Accor no Estado do Rio de Janeiro, Omar Caffaro.

É neste sentido que as grandes redes hoteleiras e até mesmo as independentes precisam se atualizar, customizar as necessidades de acordo com os mercados, ouvir o que seus clientes esperam durante a estada.

E como conciliar e equilibrar os custos, investir em atrativos para os hóspedes, sem aumentar os preços finais para o viajante e para a empresa? Ter parceiros e fornecedores alinhados com os valores do hotel. Não necessariamente onerar o custo, mas, sim, trabalhar as questões da porta para dentro do hotel.

“O preço da diária é construído a partir do valor de patrimônio do hotel, mais os impostos. Com isso temos a margem de lucro, mas quando falamos de modernidade, de escutar o cliente, este fator não está necessariamente impactando. As parcerias que fechamos não acarretam custos, pois trabalhamos bastante em projetos greenfield – a propriedade já é construída com o projeto de ter uma ótima academia, por exemplo, pois o viajante de hoje precisa disso. Por isso tudo precisa ser customizado de maneira diferente”, finaliza Caffaro.

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