HOTELARIA

Programas de hotéis corporativos devem aproveitar onda da experiência

Cada vez mais empresas estão prestando atenção à satisfação do viajante ao realizar RFPs de hotéis, de acordo com uma pesquisa realizada pela GBTA em parceria com a Accor. As opiniões dos clientes, as amenities e o tipo de marca de hotel são fatores importantes para o viajante corporativo e podem desempenhar um papel significativo no processo de propostas. Será que os programas de hotéis corporativos estão aproveitando essa onda de experiência?

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“Em um mercado altamente dinâmico, em que há milhares de opções e as informações estão mais acessíveis do que nunca, a satisfação dos clientes se torna um poderoso diferencial. Os hotéis têm uma enorme oportunidade de olhar além dos incentivos financeiros e ofertas especiais, de reorientar o que realmente está no cerne dos negócios do hoteleiro – a experiência do hóspede", afirma a vice-presidente sênior de Vendas Globais da Accor para América do Norte e Central, Meenaz Diamond.

Ao realizar RFPs, metade (50%) dos compradores "sempre" ou "frequentemente" verifica avaliações de qualquer uma das quatro fontes: um site de avaliação do consumidor (como TripAdvisor), ferramenta de reserva on-line, o site do hotel ou uma Intranet/fórum interno de viajantes. No entanto, apenas 29% dos compradores fazem pesquisas com seus próprios viajantes sobre satisfação com propriedades ou redes preferenciais.

Segundo o levantamento, dois em cada três buyers discutem "muito" (27%) ou "em uma quantidade moderada" (39%) sobre amenities com o gerente de vendas ou contas dos hotéis. Para 97% dos entrevistados, internet de alta velocidade é o mais importante, políticas de segurança cibernética ou esforços de prevenção de violação de dados é para 84%, 80% deles consideram academia de ginástica no local essencial e, para 55%, são os programas de fidelidade.

Sobre as marcas de hotéis, uma grande maioria (85%) dos compradores está interessada ou muito interessada em contratar bandeiras tradicionais. O número é maior do que a parcela que se interessa por marcas de lifestyle (65%) ou por pequenos hotéis boutique (58%), no entanto, pelo menos metade deles está interessada em contratar cada um dos tipos.

"O custo sempre será um fator importante em qualquer programa de viagens gerenciado, mas estamos vendo cada vez mais que o bem-estar dos viajantes está se tornando uma verdadeira prioridade. Os hotéis podem ser uma grande peça do quebra-cabeça da satisfação de quem viaja", finaliza o diretor executivo e COO do GBTA, Scott Solombrino.


*Fonte: GBTA

conteúdo original: https://bit.ly/2Wvf4bP
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