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Veja como lidar com os desafios nas negociações corporativas

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Os desafios nas negociações ainda são muitos no setor de viagens e eventos corporativos. De um lado, os gestores exigem ferramentas mais modernas e compreensão de suas necessidades por parte das companhias aéreas que, por sua vez, esperam mais clareza nas reservas dos gestores.

Em meio a tudo isso, ganham destaque as dificuldades encontradas nas negociações entre companhias aéreas e o segmento Mice.

“Existe uma diferença enorme quando se fala de aéreo corporativo e aéreo para grupos. Vemos uma evolução muito grande nas ferramentas direcionadas ao corporativo, enquanto na negociação para grupos e eventos falta automatização. Neste caso, os processos ainda dependem muito do contato direto entre a pessoa da agência com a da companhia aérea, o que torna os procedimentos mais lentos”, comenta o gestor de viagens e eventos da Roche e presidente da Alagev, Rodrigo Cezar.

Como resolver esses impasses? E qual a função de cada parte envolvida nas negociações para aprimorá-las?

As respostas a essas perguntas são respondidas no Espaço Alagev da edição 1.358 da revista PANROTAS, disponível também on-line a partir da próxima semana.

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