BCD lança relatório de riscos de viagens para auxiliar gestores

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BCD Travel lança relatório de riscos de viagens para auxiliar gestores
BCD Travel lança relatório de riscos de viagens para auxiliar gestores
À medida que as viagens forem retomadas, haverá um conjunto mais amplo de riscos a serem enfrentados, além daqueles associados à pandemia, de acordo com o relatório Outlook – Riscos de Viagem, da BCD Travel. Este novo estudo fornece aos gestores de viagens, departamento de compras e solicitantes de viagens corporativas informações par ajudar a definir prioridades e ajustar os programas de viagens a negócios em tempos de alta incerteza e mudanças constantes.

Com base em estatísticas da equipe de Global Crisis Management (GCM) da TMC, que monitora riscos e incidentes globais 24 horas por dia, e fontes externas, como Iata, IPCC, WHO, Oxford Economics e o World Economic Forum, a pesquisa descreve sete categorias de risco que podem afetar as viagens a trabalho:

  1. Perspectivas econômicas: A saúde da economia pode ser o maior desafio subjacente enfrentado pelos programas de viagens, pois influencia a pressão que as empresas enfrentam para controlar seus custos e, portanto, seus orçamentos de viagem;
  2. Mudanças climáticas extremas: As estatísticas da BCD mostram um aumento de interrupções de viagens por eventos naturais. Em 2020, o número de incidentes por milhão de passageiros de companhias aéreas aumentou 82% ano a ano, com um aumento adicional de 23% registrado em 2021. De acordo com o Panel on Climate Change, as próximas duas décadas preveem riscos climáticos inevitáveis;
  3. Desenvolvimentos geopolíticos: A guerra na Ucrânia está fornecendo um lembrete preocupante do poder disruptivo dos fatores de risco geopolíticos e da rapidez com que eles podem aumentar. Para manter os viajantes seguros, é fundamental ter um programa abrangente de gestão de riscos de viagens e estar a par de tais eventos;
  4. Risco pessoal: Sequestros ou terrorismo tornam a localização e comunicação com viajantes uma parte vital do papel de um gestor de viagens;
  5. Cyber security: A mudança repentina para o trabalho remoto durante a pandemia aumentou a exposição dos sistemas de TI da empresa a ameaças externas. Com a expectativa de que 31% de todos os funcionários em todo o mundo sejam híbridos ou totalmente remotos em 2022, é improvável que esses riscos desapareçam;
  6. Ameaças à saúde: A hesitação em vacinar e o desvio de recursos médicos para lidar com a pandemia aumentaram os riscos associados a doenças tradicionais, como sarampo, caxumba e rubéola. Enquanto isso, os cientistas continuam preocupados com o surgimento de uma nova variante da covid-19, altamente transmissível e capaz de escapar das vacinas existentes;
  7. Novo mundo, novos riscos de viagem: A transição para o trabalho remoto está mudando a maneira como trabalhamos e viajamos. Para garantir que todos os funcionários, não apenas os viajantes, estejam protegidos ao trabalhar remotamente, as empresas devem considerar uma mudança da gestão de riscos de viagens para a gestão de riscos de pessoas. A mobilidade aérea urbana está em ascensão com soluções sustentáveis e viagens espaciais comerciais se tornando uma realidade em 2021. Embora ainda seja uma extravagância cara, seu desenvolvimento marca um primeiro passo para um uso comercial mais amplo.

Divulgação
Incidentes de viagem por tipo de 2018 a 2021
Incidentes de viagem por tipo de 2018 a 2021
MUDANÇAS ESTRUTURAIS DE RISCOS
Embora os riscos do dia a dia, como interrupções de voos, furto ou extravio de bagagem, permaneçam, os relatórios mostram que a natureza dos riscos de viagem mudou significativamente nos últimos quatro anos:
  • Os eventos naturais estão se mostrando mais perturbadores, com condições climáticas extremas. Terremotos e incêndios florestais representam 24% de todos os incidentes em 2021 (acima dos 18% em 2018);
  • Agitação civil e incidentes de violência representam 20% de todos os eventos relacionados a risco em 2021 (acima dos 15% em 2018). Isso mostra que o risco não se limita à viagem de/para um destino; os viajantes correm o mesmo risco no destino e precisam de apoio dos gestores de viagens durante todo o deslocamento;
  • Os incidentes relacionados a viagens aéreas caíram de 29% em 2018 para 20% em 2021. Isso não significa necessariamente menos interrupções nos voos. Dado o aumento dos incidentes ferroviários (de 15% em 2018 para 20% em 2021), pode ser que os viajantes estejam usando meios de transporte alternativos ou fazendo menos viagens que exigem meios aéreos.

“Claramente, nem todas as organizações viajam para destinos onde sequestro ou problemas geopolíticos representam riscos. Mas em todo o mundo há um número crescente de perigos diferentes que ameaçam funcionários e organizações. As descobertas de nossa equipe de GCM mostram a necessidade de agir agora e avaliar, adotar e aplicar estratégias de gestão de risco que se ajustem aos padrões e objetivos de viagem da empresa”, diz o Global Chief Operating Officer and Chief Commercial Officer da TMC, Mike Janssen.

O relatório completo da BCD pode ser baixado neste link.
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