Gastos com viagens dobraram em 15 anos, diz GBTA

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DENVER (ESTADOS UNIDOS) - A pesquisa anual divulgada pela Global Business Travel Association (GBTA) revelou, além do crescimento impressionante da China em 2015, ultrapassando os números produzidos pelos Estados Unidos, que a indústria segue em alta ao redor do globo. Prova maior está no retrospecto do setor, que em 15 anos dobrou de tamanho, saindo de US$ 634 bilhões em gastos em 2000 para US$ 1,2 trilhão no ano passado. E mais: a previsão para os próximos cinco anos segue otimista, com previsão de faturamento de US$ 1,6 trilhão em 2020 (5,8% de incremento).

Nos primeiros anos da pesquisa, a associação diagnosticou o impacto dramático que forças alheias à indústria (leia-se recessão em algumas economias desenvolvidas) causaram no desempenho das viagens de negócios. Em 2004, foi observada uma recuperação importante, que tornou-se em desenvolvimento constante até 2008, ano que deu início a uma grave crise financeira nos principais mercados. O resultado, claro, não poderia ser outro a não ser uma nova queda brusca. A partir de 2010, porém, a indústria mostrou sinais de recuperação, voltou a crescer e passou a conviver com a ˜Era da Incerteza˜, como a própria GBTA nomeou, experimentando altos e baixos desde então, apesar de uma certa estabilidade. A média de crescimento desde então foi de cerca de 3% ano ano.

Com a recente decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia (Brexit), a efervescência da corrida presidencial nos Estados Unidos - com candidatos completamente opostos em suas propostas -, a recente desaceleração do crescimento econômico da China e as crises em curso em várias partes do mundo, as previsões estão cada vez mais difíceis. A associação, porém, segue acreditando em crescimentos moderados para chegar em 2020 com boas perspectivas. E provavelmente um cenário completamente diferente do atual.

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