TECNOLOGIA

Presidente da SAP Concur prevê fim dos relatórios de despesa


Filip Calixto
Tom Helou, diretor da SAP Concur, baseado em Miami, Jim Lucier, presidente global da SAP Concur, e Rodrigo Murad, Marketing da SAP Concur no Brasil
Tom Helou, diretor da SAP Concur, baseado em Miami, Jim Lucier, presidente global da SAP Concur, e Rodrigo Murad, Marketing da SAP Concur no Brasil

O presidente global da SAP Concur, Jim Lucier, no cargo há três meses, mas com 12 anos de atuação na Concur, esteve pela primeira vez no Brasil na semana passada, para participar de um evento com CEOs no WTC São Paulo, visitar a sede da empresa em São Paulo e o laboratório que mantém em São Leopoldo (RS), além de conversar com fornecedores e clientes, sobre temas como o crescimento no mercado brasileiro, a integração do conteúdo das companhias aéreas nacionais, que têm a maior parte dos voos fora dos GDSs, e como estar sempre melhorando o atendimento e os produtos. A SAP Concur está há dois anos no País, e crescendo, segundo ele. “Sem a SAP não teríamos chegado aqui no Brasil e essa foi uma das vantagens da compra da Concur pela SAP, que fez cinco anos em setembro”.

Lucier recebeu o editor-chefe e CCO da PANROTAS, Artur Luiz Andrade, para a gravação de um programa Connect Stories, que deverá entrar no ar em novembro, no Portal PANROTAS.


Filip Calixto
Jim Lucier, presidente global da SAP Concur
Jim Lucier, presidente global da SAP Concur

Adiantamos aqui duas análises feitas por Jim Lucier na entrevista. Sobre os relatórios de despesa, ele acredita que estamos muito próximos do seu fim. “Temos todo o custo da viagem pré-autorizado, informações dos fornecedores e das reservas, muitos dados que a tecnologia pode acompanhar e ver se combinam com o que foi autorizado. A digitalização das informações pode nos levar a um sistema de confiança e verificação se a política de viagens foi seguida”, analisa.

Isso leva a uma outra questão, envolvendo a política de viagens. “Um dos grandes desafios dos próximos anos será a retenção e atração de talentos. E as viagens a trabalho têm um papel importante nessa atratividade para os colaboradores. Por isso, a flexibilidade, dependendo do perfil de cada empresa, pois não há um modelo único, será importante em alguns casos”, continua.

E que recomendação ele daria para quem quer estudar e investir em Viagens e Turismo? “Estudar sobre software. A maioria das empresas será de serviços ou software. Se você não quiser estudar algo tão tradicional, como Hospitalidade, definitivamente recomendo estudar software”.

A entrevista completa, em que ele fala de temas como o uso da tecnologia e sua relação com a intervenção humana, dos pilares de crescimento da SAP Concur no mundo, da relação com TMCs e GDSs, da chegada do NDC e das necessidades mais urgentes de viajantes e empresas, você verá em novembro, no Connect Stories.
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