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Iata vê "crescimento fraco" no mercado aéreo brasileiro

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) divulgou os resultados do tráfego global no mês de maio e, apesar do bom desempenho da América Latina em comparação com outras regiões do mundo, o Brasil foi citado no relatório como dono de um “crescimento ainda fraco”. Nos últimos dozes meses, a demanda caiu, assim como a capacidade de transporte, que recuou 4,4% no período.

Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, é uma das principais portas de entrada do Brasil
Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, é uma das principais portas de entrada do Brasil
Durante o quinto mês de 2019, a América Latina representou 5,1% do mercado aéreo internacional, superando apenas o continente africano, responsável por 2,1% do total. A Ásia-Pacífico liderou o ranking com 34,4%, enquanto a Europa ficou na segunda colocação, com 26,7%, e a América do Norte completou o pódio, com 22,5%. O Oriente Médio fechou maio com uma fatia de 9,2%.

Na comparação entre maio deste ano e o do ano passado, o tráfego aéreo cresceu 6,7% nos países latino-americanos, mesmo com uma série de países atravessando momentos econômicos ou políticos desfavoráveis. A capacidade de transporte das companhias aéreas subiu 4%, enquanto a taxa de ocupação marcou 84%.

“O crescimento da demanda desacelerou em comparação com os últimos dois anos, sendo um reflexo da atual situação comercial internacional, com tensões elevadas e enfraquecimento da confiança de empresários. Neste cenário desafiador, as companhias aéreas estão gerenciando suas capacidades cuidadosamente com o objetivo de otimizar a eficiência das operações”, explicou o diretor geral da Iata, Alexandre de Juniac.

Para ler o relatório completo da associação sobre maio de 2019, clique aqui.
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