Agentes nunca tiveram psicológico tão exigido, mas futuro é otimista

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O lado psicológico do agente de viagens nunca foi tão exigido como tem sido durante esta crise provocada pela pandemia de covid-19. Incontáveis remarcações que vão se arrastando, boletos que chegam sem aceitar adiamento, obrigatoriedade em arcar com compromissos... tudo praticamente sem receita. O momento é, portanto, de empatia. Do cliente, do fornecedor, dos parceiros, dos familiares. É assim que Karla Tanaka, da Giro Pelo Mundo (Curitiba) e uma das coordenadoras do Integração Trade está enxergando o atual cenário da atividade. Contudo, apesar de o presente ser desesperador, o futuro é otimista.

"Os agentes de viagens que sobreviverem a essa crise nadarão de braçada. Nossa atividade ganhou muita força diante da concorrência on-line e direta e está muito longe de acabar", afirma a participante do Bastidores do Turismo desta semana, que recomenda o máximo de capacitação possível aos profissionais. "Conhecimento é fundamental para a atividade. Assessoria em viagens é o nosso diferencial. É na consultoria que está nossa margem de lucro. Não há intermediário para assessoria em viagens e esse é um bem que ninguém tira do consultor."

Karla Tanaka ainda fala sobre os desafios do Integração Trade, união que surgiu durante a pandemia, contando hoje com mais de mil inscritos e focado em capacitação, comenta a aprovação do Perse - Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos e sobre o momento vivido por sua agência.
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