Thomas Cook retorna em formato de OTA e controle chinês

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Reprodução da tela inicial da nova OTA britânica, que tem controladores chineses
Reprodução da tela inicial da nova OTA britânica, que tem controladores chineses

A marca Thomas Cook está de volta ao mundo do Turismo. Em setembro do ano passado, o conglomerado britânico de 178 anos havia encerrado suas operações em setembro do ano passado deixando mais de 600 mil passageiros, mas agora o grupo chinês Fosun ressuscita a empresa, que reaparece apenas em formato de agência de viagens on-line (OTA), e não no modelo de atuação anterior, no qual tinha escopo ampliado e contava, inclusive, com uma companhia aérea.

A OTA Thomas Cook tem a proposta de vender viagens para destinos de lazer considerados seguros em relação à covid-19, os chamados corredores, chancelados pelo WTTC ou outros órgãos. Entre eles Itália, Grécia e Turquia.

thomas cook
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O novo portal dá ao consumidor a opção de "montar suas próprias férias", com a habilidade de desenhar o roteiro conforme o orçamento, preferências e necessidades. Auxiliares como transfers, aluguel de carros, câmbio e seguros já estão na prateleira, além do trivial, como hotelaria e bilhetes aéreos.

Tal como a antiga, a nova Thomas Cook está baseada no Reino Unido, e está sendo comandada por um ex-executivo de estratégia e tecnologia do grupo, Alan French, que senta na cadeira de CEO, além do ex-executivo de E-Commerce e head de Vendas Phil Gardner como CCO.

Cerca de 50 pessoas foram empregadas pela nova Thomas Cook, muitos deles também atuavam na antiga empresa antes da quebra.

A marca foi liberada pelas entidades regulamentadoras do Reino Unido e já está vendendo viagens.
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