Viagens corporativas devem faturar recorde de R$ 158 bilhões em 2026, aponta Kontrip
Volume de viagens a negócios cresceu 32% entre agosto e setembro

Com o fim das férias escolares, as viagens corporativas voltam a ganhar ritmo no Brasil. É o que apontam os dados da Kontrip, plataforma digital de gestão de viagens corporativas e despesas.
Para se ter uma ideia, só em 2025, o volume de viagens a negócios cresceu 32% entre agosto e setembro, em comparação com os meses de junho e julho. Para 2026, a expectativa é que o movimento se repita, impulsionado pela retomada das agendas presenciais, visitas a clientes, feiras de negócios e eventos que tradicionalmente movimentam o segundo semestre.
O cenário acompanha um mercado em expansão. Segundo o Levantamento de Viagens Corporativas (LVC), realizado pela FecomercioSP em parceria com a Alagev, as viagens corporativas no Brasil fecharam 2025 em R$ 147,8 bilhões, maior marca da história do segmento e alta de 6,3% sobre o ano anterior. Para 2026, a projeção é de novo recorde, com faturamento estimado em R$ 158 bilhões (crescimento adicional de 7%).
"Historicamente, o calendário corporativo ganha fôlego assim que as férias escolares terminam. As empresas voltam a intensificar reuniões, visitas comerciais, treinamentos e eventos presenciais, e isso se traduz de imediato em mais viagens de negócios"
Peterson Prado, sócio e CEO da Kontrip
Segundo o executivo, o segundo semestre costuma concentrar parte importante das viagens do ano, impulsionado também pela realização de grandes feiras e convenções, além do fechamento de contratos e do planejamento estratégico para o ano seguinte.
"Muito além de facilitar a compra de uma passagem ou reserva de hotel e devolver tempo ao usuário, nosso papel é ajudar as empresas a terem mais controle, previsibilidade e eficiência na gestão das suas viagens. O segundo semestre representa um momento estratégico para muitos negócios, e vamos continuar apoiando esse crescimento com nossa plataforma que está cada vez mais completa e conectada às demandas do mercado", conclui Prado.