Carnival sobe o tom e ameaça tirar navios dos Estados Unidos

|

Divulgação
Carnival Sunrise
Carnival Sunrise
Divulgação/Carnival
Christine Duffy, presidente da Carnival
Christine Duffy, presidente da Carnival

No dia 25 de março, a presidente da Carnival Cruise Line, Christine Duffy, afirmava que não havia planos de retirar os navios dos portos nos Estados Unidos, algo que suas concorrentes já haviam anunciado, especialmente a Royal Caribbeane a Celebrity, que iniciariam cruzeiros com saídas do Caribe. “Eu sempre disse que a Carnival é a linha de cruzeiros da América. Navegamos em 14 portos dos EUA e um número significativo de hóspedes se planejam para passar as férias conosco", disse ela à época, enquanto a indústria aguardava decisão do CDC para o retorno das viagens.

A fase 2 das recomendações veio e a decepção da indústria também. Depois de adiar o retorno para julho de seus cruzeiros, Christine Duffy mudou o discurso e agora afirmou, segundo o USA Today, que apesar de não ter feito planos para navegar a partir de portos fora dos Estados Unidos, essa pode ser a única opção, depois da divulgação das novas normas pelo CDC.

A indústria de cruzeiros já está parada há mais de um ano e quer entender por que o viajante americano pode pegar um avião até Miami, por exemplo, mas não embarcar em um navio no porto da cidade.

Christine Duffy disse que continuará trabalhando com a Administração e o CDC para achar uma solução que melhor sirva o interesse da saúde pública e pede que a indústria de cruzeiros seja tratada com igualdade em relação a outros setores de Viagens e Turismo.

O governo americano ainda não sinalizou qualquer data para a volta dos cruzeiros de portos dos Estados Unidos e a proibição atual está em vigor até 1º de novembro de 2021.
 AVALIE A IMPORTÂNCIA DESTA NOTÍCIA